Era suposto eu falar sobre a cidade neste texto, pelo menos era essa a minha ideia inicial. Isto é só para contar um pequeno feito meu de hoje (hoje mesmo).
Seriam as oito da noite aqui por Göteborg, o dia ainda tem duas horas antes de se ir sentar no sofá a ver televisão. Estou a ficar com fominha e vou aproveitar para dar cabo de umas coisas que já estão abertas. Vou fazer uma omelete! Tenho 4 ovos e fiambre. Também vou abrir uma lata de cogumelos e um cubo enorme de Gouda, queijo que segundo a wikipedia é dos Países Baixos e recebe o nome da cidade de Gouda. Adiante... ovos, fiambre, queijo, cogumelos... ah, e umas folhas de alface.
Cortei o fiambre em pequenos bocados e fiz o mesmo com uma quantidade idêntica de cogumelos. Dei uma facada no Gouda e fui buscar um utensílio cujo uso é novo para mim, um fatiador de queijo. Pelos vistos não é só novo para mim, o corrector ortográfico que está a inspeccionar este texto não sabia o que era um 'fatiador'. É um instrumento engraçado, enquanto o pedaço que estamos a fatiar é grande... quando começamos a fatiar os dedos já não é tão útil... uma solução muito muito simples é enfardar o bocado que falta. Com o fiambre, cogumelos e queijo cortados aos bocados, toca a pôr os ovos na frigideira. Deixar aquilo ganhar forma e juntar o fiambre e os cogumelos, para ficarem entranhados no ovo. De seguida é por o queijo e fechar o projecto de omelete. Acho que exagerei um bocado nos extras em relação aos ovos, ficou difícil de cobrir... O resto é o normal, julgo eu.
Foram os melhores ovos mexidos que comi até hoje
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
... largar
Esta foi sem dúvida a viagem mais longa que eu já fiz. Cálculo que mantenha este título por muito tempo, não tenciono fazer mais passeios assim...
PORTO
O dia começou bem cedo, para mim, por volta das 6 e tal da manhã já estava a pé. Tenho de estar no aeroporto do Porto a horas do voo FR4703 em direcção a Bergamo, Itália. Como não podia deixar de ser, ainda há tempo para um cafézinho e uns minutos a contar aviões no meio do nevoeiro, com o pequenito.
Nada de novo a contar sobre o nosso aeroporto, um dos melhores da sua categoria. Tudo corre bem. Bem, quase tudo, a fila na porta de embarque para o meu avião é enorme e dentro do avião não consegui lugar para a mala nos compartimentos junto ao tecto. Tentei pôr a mala o mais possível para baixo do banco do gajo da frente, praticamente ao pontapé. Ainda bem que não tenho nada de partir :-) agora, toca a dormir, que viagens de avião só tem piada a levantar e a pousar.
BERGAMO
Muito bonito... e muito irónico. É tudo menos novo, o aeroporto. Com aqueles buracos todos, bem que podia ser Português. Antes de passar a segurança não tem praticamente nada para ver, a não ser umas moçoilas jeitosas. Muitas morenas passam por aquele aeroporto...
Passando a segurança já se tem mais espaço e umas poucas de lojas, mas não deixa de ser pequeno, por comparação com o do Porto. Alapei o cu em frente à minha porta de embarque, a pensar em descansar uma horita antes daquilo abrir. Pouco depois aquilo abre e eu dei graças por ter parado ali mesmo sem ter em conta o fuso horário... é mais tarde uma hora do que o que eu pensava.
Pelo que reparei, vão principalmente suecos e italianos no avião (normal) e enquanto esperava junto à porta de embarque, senti-me vítima de publicidade enganosa: as suecas que estão por ali não são nada de especial, nem uma, e algumas têm bastante cabedal (para ser simpático). A ver se o cenário muda no dia seguinte, ou mais de metade das pessoas que disse que me ia visitar, já não o vai fazer.
No avião já consegui entrar mais cedo que no Porto e a mala já vai melhor acondicionada. A viagem teve um pormenor bastante interessante. Começou por volta das 21h e o Sol já se estava a pôr. Como o avião seguia para norte, fomos com o por do sol durante bastante tempo (quanto mais a norte, mais tarde se põe o Sol), engraçado... agora toca a dormir outra vez...
SKAVSTA
Já é quase meia noite, aqui. Só tenho bus daqui para fora daqui a 4 horas, vou ter de arranjar alguma coisa para fazer entretanto. Não era boa ideia adormecer, já que podia falhar os próximos transportes. Ver um filme é uma boa alternativa, "The invention of lying", filme porreiro. Enquanto via o filme, dividi o átrio com um grupo de metaleiros/as, que também estavam a ver filmes ou séries no computador. Traziam com eles instrumentos e um malão que me parecia ter material de som, se calhar cruzei-me com uma banda conceituada e nem dei por ela.
Fora do aeroporto andam uns pássaros engraçados, pretos e brancos. São tão comuns por cá como os pombos em Portugal. Quando vir uma imagem fixe, mostro. Entretanto é hora de ir para o autocarro, ainda não são 4 da manhã mas já está o dia bem claro. Quando o 515 aparece e abre a porta, parece que estou em Portugal outra vez. Apesar do autocarro em si parecer bem melhor, o motorista tem um ar de aldeão que dá vontade de rir. Não sei se o gajo está borracho ou a cair de sono, mas parece um aldeão. Outra coisa que me fez lembrar Portugal, o gajo não falava bolha de inglês (e eu não sei pronunciar sueco), mas tinha o meu itinerário em papel e mostrei-lhe. Com a treta de não nos entendermos o gajo mandou-me sentar e levou-me à pala. Gostei do motorista...
Nyköpings busstation
Fim de linha do 515, passados 15min, na cidade ou vila mais próxima do aeroporto, e início do 790, próximo transporte. Não há nada para ver nas imediações, mas o que vi durante a viagem foi bastante agradável, ambiente de subúrbio e construções bonitas. Mas esta é uma paragem muito curta, toca a entrar no primeiro 790 que aparecer. O bilhete custa 81 coroas e dentro do autocarro só se pode pagar com cartão. Aparentemente também podia ter comprado no aeroporto, mas o balcão fechou pouco depois de eu ter chegado e não sabia que se compravam bilhetes lá. Este troço é mais longo, 1h20min na maioria de estrada. As vistas são bonitas, mas durmi a maior parte do caminho.
Katrineholm Centralstation
É aqui que vou apanhar o comboio para o meu destino final. Faz lembrar uma pequena estação nossa, com uma pequena diferença de proporções. Tem uma casinha branca, com o relógio e o nome da estação/zona, e ao ar livre estão as linhas, com cobertos ao longo das beiras. As principais diferenças estão no tamanho da casinha, que é mais uma casona, e em vez de uma ou duas linhas (para as terras com sorte de ter necessidade para 2 sentidos em simultâneo), tem 5. Outra diferença muito grande é a travessia das linhas, todas subterrâneas (tem elevador e tudo).
Os comboios que passam têm uma aparência diferente dos nossos, mas o interior do que me levou, um dos que faz Estocolmo-Gotemburgo, devia de estar ao nível do alfa pendular, a nível de espaço e conforto, mas não andei a explorar o bicho. Apesar de ter dormido muitas vezes, nos últimos 2 dias devo ter dormido só 8 horas, por isso aproveitar as vistas, que era o planeado, está fora de questão... Acordo só para ver a estação central de Gotemburgo, que alívio para os meus olhos, finalmente aqui.
A viagem foi divertida, mas chegar finalmente ao destino, depois de tantos planos e adiamentos, foi muito melhor. Vamos a ver o que esta cidade, aparentemente apelidada de "Pequena Londres", tem para oferecer.
PORTO
O dia começou bem cedo, para mim, por volta das 6 e tal da manhã já estava a pé. Tenho de estar no aeroporto do Porto a horas do voo FR4703 em direcção a Bergamo, Itália. Como não podia deixar de ser, ainda há tempo para um cafézinho e uns minutos a contar aviões no meio do nevoeiro, com o pequenito.
Nada de novo a contar sobre o nosso aeroporto, um dos melhores da sua categoria. Tudo corre bem. Bem, quase tudo, a fila na porta de embarque para o meu avião é enorme e dentro do avião não consegui lugar para a mala nos compartimentos junto ao tecto. Tentei pôr a mala o mais possível para baixo do banco do gajo da frente, praticamente ao pontapé. Ainda bem que não tenho nada de partir :-) agora, toca a dormir, que viagens de avião só tem piada a levantar e a pousar.
BERGAMO
Muito bonito... e muito irónico. É tudo menos novo, o aeroporto. Com aqueles buracos todos, bem que podia ser Português. Antes de passar a segurança não tem praticamente nada para ver, a não ser umas moçoilas jeitosas. Muitas morenas passam por aquele aeroporto...
Passando a segurança já se tem mais espaço e umas poucas de lojas, mas não deixa de ser pequeno, por comparação com o do Porto. Alapei o cu em frente à minha porta de embarque, a pensar em descansar uma horita antes daquilo abrir. Pouco depois aquilo abre e eu dei graças por ter parado ali mesmo sem ter em conta o fuso horário... é mais tarde uma hora do que o que eu pensava.
Pelo que reparei, vão principalmente suecos e italianos no avião (normal) e enquanto esperava junto à porta de embarque, senti-me vítima de publicidade enganosa: as suecas que estão por ali não são nada de especial, nem uma, e algumas têm bastante cabedal (para ser simpático). A ver se o cenário muda no dia seguinte, ou mais de metade das pessoas que disse que me ia visitar, já não o vai fazer.
No avião já consegui entrar mais cedo que no Porto e a mala já vai melhor acondicionada. A viagem teve um pormenor bastante interessante. Começou por volta das 21h e o Sol já se estava a pôr. Como o avião seguia para norte, fomos com o por do sol durante bastante tempo (quanto mais a norte, mais tarde se põe o Sol), engraçado... agora toca a dormir outra vez...
SKAVSTA
Já é quase meia noite, aqui. Só tenho bus daqui para fora daqui a 4 horas, vou ter de arranjar alguma coisa para fazer entretanto. Não era boa ideia adormecer, já que podia falhar os próximos transportes. Ver um filme é uma boa alternativa, "The invention of lying", filme porreiro. Enquanto via o filme, dividi o átrio com um grupo de metaleiros/as, que também estavam a ver filmes ou séries no computador. Traziam com eles instrumentos e um malão que me parecia ter material de som, se calhar cruzei-me com uma banda conceituada e nem dei por ela.
Fora do aeroporto andam uns pássaros engraçados, pretos e brancos. São tão comuns por cá como os pombos em Portugal. Quando vir uma imagem fixe, mostro. Entretanto é hora de ir para o autocarro, ainda não são 4 da manhã mas já está o dia bem claro. Quando o 515 aparece e abre a porta, parece que estou em Portugal outra vez. Apesar do autocarro em si parecer bem melhor, o motorista tem um ar de aldeão que dá vontade de rir. Não sei se o gajo está borracho ou a cair de sono, mas parece um aldeão. Outra coisa que me fez lembrar Portugal, o gajo não falava bolha de inglês (e eu não sei pronunciar sueco), mas tinha o meu itinerário em papel e mostrei-lhe. Com a treta de não nos entendermos o gajo mandou-me sentar e levou-me à pala. Gostei do motorista...
Nyköpings busstation
Fim de linha do 515, passados 15min, na cidade ou vila mais próxima do aeroporto, e início do 790, próximo transporte. Não há nada para ver nas imediações, mas o que vi durante a viagem foi bastante agradável, ambiente de subúrbio e construções bonitas. Mas esta é uma paragem muito curta, toca a entrar no primeiro 790 que aparecer. O bilhete custa 81 coroas e dentro do autocarro só se pode pagar com cartão. Aparentemente também podia ter comprado no aeroporto, mas o balcão fechou pouco depois de eu ter chegado e não sabia que se compravam bilhetes lá. Este troço é mais longo, 1h20min na maioria de estrada. As vistas são bonitas, mas durmi a maior parte do caminho.
Katrineholm Centralstation
É aqui que vou apanhar o comboio para o meu destino final. Faz lembrar uma pequena estação nossa, com uma pequena diferença de proporções. Tem uma casinha branca, com o relógio e o nome da estação/zona, e ao ar livre estão as linhas, com cobertos ao longo das beiras. As principais diferenças estão no tamanho da casinha, que é mais uma casona, e em vez de uma ou duas linhas (para as terras com sorte de ter necessidade para 2 sentidos em simultâneo), tem 5. Outra diferença muito grande é a travessia das linhas, todas subterrâneas (tem elevador e tudo).
Os comboios que passam têm uma aparência diferente dos nossos, mas o interior do que me levou, um dos que faz Estocolmo-Gotemburgo, devia de estar ao nível do alfa pendular, a nível de espaço e conforto, mas não andei a explorar o bicho. Apesar de ter dormido muitas vezes, nos últimos 2 dias devo ter dormido só 8 horas, por isso aproveitar as vistas, que era o planeado, está fora de questão... Acordo só para ver a estação central de Gotemburgo, que alívio para os meus olhos, finalmente aqui.
A viagem foi divertida, mas chegar finalmente ao destino, depois de tantos planos e adiamentos, foi muito melhor. Vamos a ver o que esta cidade, aparentemente apelidada de "Pequena Londres", tem para oferecer.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Preparar....
Viajar... agora é tão fácil... supostamente!
Portugal e Suécia não são propriamente os melhores amigos nem existem grandes comunidades migrantes. Isto quer dizer o quê? Sucintamente, não há voos directos entre o Porto e aeroportos Suecos. Curiosamente, o aeroporto de Faro tem muitas mais ligações aos países mais a norte, abençoado o turismo da região. Mas, por mais incrível que pareça, é mais barato (para mim, pelo menos, e pessoal do norte) ir apanhar um avião em direcção à Suécia a outro país, a várias centenas de Km da nossa terrinha, que ir a Faro. Está bem que é na ponta oposta do país, mas mesmo assim... não somos assim tão grandes.
Tendo em conta que ninguém me vai reembolsar os custos nas viagens entre Porto e Gotemburgo, há que olhar para viagens baratunchas. Esta tarefa teria sido muito mais fácil se eu soubesse com grande antecedência a data exacta da partida, mas isso é complicado. Independentemente da antecedência da reserva, as maneiras de se viajar a preços mais baixos (num determinado espaço de tempo) são sempre as mesmas.
Plano de viagem: ver voos disponíveis e ordenar por preço (site porreiro para procurar voos, para quem não conhece - www.skyscanner.pt); pesar as diferenças de preço contra o número e tempos de escalas; escolher e reservar. No caso das lowcost... levar mala de porão pode pesar no preço do bilhete. Como os 10Kg da bagagem de mão da maioria das companhias não é propriamente 'suficiente', aldraba-se. Eu cá enchi os bolsos de 2 casacos com coisas pequenas e pesadas, entre carregadores, mp3 e afins, assim como os próprios casacos, podem-se ganhar uns 3 ou 4 Kg. Se estiver calor para andar com os casacos... amarram-se à cintura, fácil. Com o dinheiro que não se gasta numa 2ª mala, juntam-se mais umas tralhas e manda-se por camião. Tendo em conta o tempo que vou ficar fora... só uma segunda mala não ia chegar e assim junta-se o útil, levar mais coisas a melhor preço, ao agradável, fazer os primeiros dias, viagens e travessias só som o peso de uma mala atrás de nós.
Resultado: viagens de avião entre Porto e Bergamo (perto de Milão) e entre Bergamo e Skavsta, a sul de Estocolmo. Uma vez em Skavsta, ir de bus até a uma estação de comboio com ligação a Gotemburgo e o resto parece simples. A viagem de comboio deve ser de umas poucas centenas de quilómetros, vai dar para ver as vistas e experimentar a ferrovia Sueca.
Os bilhetes de autocarro que vou precisar têm regimes esquisitos (quem quiser saber que vá ao site do aeroporto - http://www.skavsta.se/en/), mas dá para comprar no próprio bus, tem é de ser com cartão porque não aceitam dinheiro.
O de comboio também se pode comprar lá dentro, pelo que me pareceu, mas não era bem claro o preço... vou aproveitar que posso comprar bilhete no site (http://www.sj.se/) e imprimir. Para quem quiser viajar pela Suécia de comboio, a coisa pode ficar bem barata (por comparação com Portugal, por exemplo). Viagens reservadas antecipadamente e/ou em horários mais mortos (longe das horas de ponta) são mais baratos. Eu não comprei bilhete muito antes da viagem, mas fui no primeiro comboio do dia (daquele trajecto) e por cerca de 20€ fiz bem mais que Porto-Lisboa num comboio que me pareceu da qualidade do alfa-pendular (ir no comboio seguinte era quase 4x mais caro). Parece-me um bom sistema...
Tenho tudo programado para me pôr a andar, há que pegar na mala e zarpar...
Portugal e Suécia não são propriamente os melhores amigos nem existem grandes comunidades migrantes. Isto quer dizer o quê? Sucintamente, não há voos directos entre o Porto e aeroportos Suecos. Curiosamente, o aeroporto de Faro tem muitas mais ligações aos países mais a norte, abençoado o turismo da região. Mas, por mais incrível que pareça, é mais barato (para mim, pelo menos, e pessoal do norte) ir apanhar um avião em direcção à Suécia a outro país, a várias centenas de Km da nossa terrinha, que ir a Faro. Está bem que é na ponta oposta do país, mas mesmo assim... não somos assim tão grandes.
Tendo em conta que ninguém me vai reembolsar os custos nas viagens entre Porto e Gotemburgo, há que olhar para viagens baratunchas. Esta tarefa teria sido muito mais fácil se eu soubesse com grande antecedência a data exacta da partida, mas isso é complicado. Independentemente da antecedência da reserva, as maneiras de se viajar a preços mais baixos (num determinado espaço de tempo) são sempre as mesmas.
Plano de viagem: ver voos disponíveis e ordenar por preço (site porreiro para procurar voos, para quem não conhece - www.skyscanner.pt); pesar as diferenças de preço contra o número e tempos de escalas; escolher e reservar. No caso das lowcost... levar mala de porão pode pesar no preço do bilhete. Como os 10Kg da bagagem de mão da maioria das companhias não é propriamente 'suficiente', aldraba-se. Eu cá enchi os bolsos de 2 casacos com coisas pequenas e pesadas, entre carregadores, mp3 e afins, assim como os próprios casacos, podem-se ganhar uns 3 ou 4 Kg. Se estiver calor para andar com os casacos... amarram-se à cintura, fácil. Com o dinheiro que não se gasta numa 2ª mala, juntam-se mais umas tralhas e manda-se por camião. Tendo em conta o tempo que vou ficar fora... só uma segunda mala não ia chegar e assim junta-se o útil, levar mais coisas a melhor preço, ao agradável, fazer os primeiros dias, viagens e travessias só som o peso de uma mala atrás de nós.
Resultado: viagens de avião entre Porto e Bergamo (perto de Milão) e entre Bergamo e Skavsta, a sul de Estocolmo. Uma vez em Skavsta, ir de bus até a uma estação de comboio com ligação a Gotemburgo e o resto parece simples. A viagem de comboio deve ser de umas poucas centenas de quilómetros, vai dar para ver as vistas e experimentar a ferrovia Sueca.
Os bilhetes de autocarro que vou precisar têm regimes esquisitos (quem quiser saber que vá ao site do aeroporto - http://www.skavsta.se/en/), mas dá para comprar no próprio bus, tem é de ser com cartão porque não aceitam dinheiro.
O de comboio também se pode comprar lá dentro, pelo que me pareceu, mas não era bem claro o preço... vou aproveitar que posso comprar bilhete no site (http://www.sj.se/) e imprimir. Para quem quiser viajar pela Suécia de comboio, a coisa pode ficar bem barata (por comparação com Portugal, por exemplo). Viagens reservadas antecipadamente e/ou em horários mais mortos (longe das horas de ponta) são mais baratos. Eu não comprei bilhete muito antes da viagem, mas fui no primeiro comboio do dia (daquele trajecto) e por cerca de 20€ fiz bem mais que Porto-Lisboa num comboio que me pareceu da qualidade do alfa-pendular (ir no comboio seguinte era quase 4x mais caro). Parece-me um bom sistema...
Tenho tudo programado para me pôr a andar, há que pegar na mala e zarpar...
domingo, 20 de junho de 2010
Aviso à navegação
Bom dia (da parte da tarde)!
Sejam bem vindos ao Blogue do Sheriff das Suécias. Apesar do atraso, será aqui o local de registo das minhas aventuras por terras de suas majestades Carlos XVI e Sílvia da Suécia.
Vou tentar acelerar o passo nestes primeiros dias, para aproximar os acontecimentos no Blogue à presente data, mas não prometo nada, e vou fazê-lo quando e enquanto me apetecer.
A primeira aventura, que seguirá no próximo texto, vai englobar a viagem desde o Porto até ao meu primeiro quartinho escandinavo.
Até à próxima,
Sheriff.
Sejam bem vindos ao Blogue do Sheriff das Suécias. Apesar do atraso, será aqui o local de registo das minhas aventuras por terras de suas majestades Carlos XVI e Sílvia da Suécia.
Vou tentar acelerar o passo nestes primeiros dias, para aproximar os acontecimentos no Blogue à presente data, mas não prometo nada, e vou fazê-lo quando e enquanto me apetecer.
A primeira aventura, que seguirá no próximo texto, vai englobar a viagem desde o Porto até ao meu primeiro quartinho escandinavo.
Até à próxima,
Sheriff.
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